orgulhocorno

    Minha esposa me obrigou a ser corno (texto grande, mas vale muito a pena ler)

    Sempre fui um homem normal, com muito apetite sexual.

    Bem-sucedido profissionalmente sou já estabilizado financeiramente.

    Casei com uma mulher maravilhosa.

    Eu tenho 27 e Andréia tem 28 anos.

    Sempre muito quente nunca negou fogo, sempre tesuda e pronta para o sexo.

    bem, mas os anos passam (seis para ser exato) e pesam e foi por isso que me tornei especialista no assunto do título.

    Mas vamos aos fatos

    No início de relação eu sempre satisfazia Andréia muito bem, mas com o passar do tempo ela começou a falar que nossas transas estavam repetitivas e que precisava de algo diferente.

    Ela com seu sorriso de menina e corpaço de mulher debochava de mim dizendo:

    – Amor, você não consegue mais dar conta de mim?

    Vamos ter que arrumar alguém para fazer o serviço.

    E hoje, com mais de cinco anos de casado ficou difícil de satisfazer a minha esposa, e ela começou a dizer que eu não a satisfazia mais e que ela já não conseguia chegar mais ao orgasmo fazia um tempo e que precisávamos arrumar uma solução para isso.

    Assim como as mulheres de sua família, Andréia é exagerada, para rir, para transar; tem duas irmãs:

    Cláudia, 32, baladeira convicta e Patrícia, 36, casada.

    Ela por ser caçula sempre teve todos os mimos, e confidenciava com as irmãs sobre suas/minhas dificuldades, as quais frequentemente eu escutava, Patrícia, mais experiente dizia que Andréia devia seguir seu exemplo.

    Casada com Alfredo, dominava a relação corneando o pobre de todo jeito, aliás, só o chamava nas conversas de corno, meu corninho, que homem que não dá no couro tem mesmo é que ser touro, e por aí vai.

    Andréia ficava pensativa e à noite começou a me questionar:

    – Amor, você ainda me ama?

    Eu entendo suas dificuldades para me satisfazer, mas preciso que você entenda que eu sou uma mulher jovem com necessidades e desejos; você já não dá conta de satisfazer esses desejos!

    Eu preciso me sentir mulher, fêmea, preenchida, entende?

    Se você me ama não é justo que continuemos assim, não acha?

    Eu saía puto, mas no fundo sabia que ela tinha razão e que seria uma questão de tempo para eu perder a exclusividade; mas fui protelando o máximo que pude, e negando que já não era mais um macho à sua altura na cama.

    Andréia, minha esposa ficava cada vez mais impaciente com a nossa situação, e essa pressão psicológica fazia com que meu desempenho sexual piorasse a cada dia.

    As piadinhas tornaram-se constantes, do tipo “quem não dá assistência abre as portas para a concorrência!”, “deixa usar: lavou está novo!”

    Era uma tortura.

    Patrícia, que sempre a protegia por ser a irmã mais velha, me provocava:

    – E aí cunhadinho?

    Já mandou fazer a carteirinha?

    – Para quê?

    – Ora, é só uma questão de tempo para você entrar para o clube do Alfredo!

    Não tem mais volta, do jeito que a Andréia está… Você já está conformado?

    – Como assim?

    Que clube Patrícia?

    – Ora Paulo, não se faça de desentendido: o clube dos cornos é claro!

    A Andréia está subindo pelas paredes, quanto tempo você acha que ela ainda vai resistir ao assédio na rua?

    Você vai ter que fazer um acordo logo, logo.

    Mostre que você a ama, libere logo para ela ser feliz e você voltar a ter paz.

    Comigo e Alfredo dá super certo.

    Assim como você ele também deixou de atender as minhas necessidades de mulher e fizemos um acordo: eu saio para caçar, devoro meus machos e me satisfaço; ele sempre me espera e pede para contar os detalhes, como fui comida, o tamanho do pau, se o cara era bem-dotado.

    Somos adultos né?

    Eu fico feliz e faço-o feliz em todos os outros aspectos.

    Eu cada vez mais satisfeita e ele cada vez mais submisso; fazer o que né?

    Marido nasceu para isso, você vai acabar aceitando também, não tem outro jeito, se você quiser, eu posso ajudar nessa fase de transição.

    – Ajudar?

    Como assim Patrícia?

    Ajudar como?

    – Presta atenção Paulo:

    Sexualmente falando existem três tipos de pessoas:

    As esposas insatisfeitas, os amantes (comedores de esposas) e os cornos.

    Eu posso ajudar promovendo a iniciação da Andréia com o Mário; apesar de jovem já é bem experiente na cama, bem-dotado e ele está à procura de um novo casal para comer.

    Afinal se a esposa não sente mais prazer com o marido na cama, o marido tem mais a obrigação de liberar mesmo, não é?

    Que você acha?

    Fiquei calado, perplexo com a naturalidade com que a minha cunhada falava nesses assuntos.

    Estávamos fazendo um churrasco em casa e nesse momento Andréia me chamou.

    Quando cheguei perto ela me falou no ouvido:

    – E aí querido: está preparado? Minha irmã foi convincente nos argumentos?

    Parecia um complô, tudo conspirava para que eu aceitasse minha cornitude.

    – Eu começava a ceder à ideia, me sentia humilhado, o cerco se fechava e minha masculinidade ia sendo gradativamente quebrada.

    A pressão agora era insuportável e vinha de todos os lados.

    Eu, me sentindo cercado.

    De um lado a mulher que eu amava e que não era mais homem suficiente para apagar todo aquele fogo; de outro um enorme sentimento de submissão que não parava de crescer dentro de mim.

    Estava sentindo que aos poucos estava começando a nascer um corno dentro de mim.

    Para completar um verdadeiro complô das duas irmãs, igualmente taradas que eu não podia proibir de entrar em nossa casa.

    As conversas agora eram abertas entre elas, do tipo:

    Cláudia – e aí maninha, já inaugurou o chifre do maridão? rsrs…

    Andréia – ainda não, está quase! Ele está resistindo como pode, mas é questão de tempo! Mais dia menos dia vai ser corno!

    Eu ficava indignado ao ouvir, mas sabia que no fundo ela tinha razão, o que confirmei em outra conversa:

    Patrícia – então: o Alfredo vai demorar muito ainda para ter um novo colega de clube? rsrs…

    Desse modo Andréia contava com todo apoio possível e eu com uma psicóloga, que para resumir me disse mais ou menos o seguinte:

    – Paulo, esta situação é mais comum do que você pensa: a mulher, quando cansa de transar com o marido, passa a sentir necessidade de transar com outros homens. Já o marido, começa a aceitar que quem manda na cama é a esposa e os amantes dela. Com o tempo o marido começa a sentir excitação só em pensar em ter outro homem na cama do casal, entende? Se você a ama e quer continuar com ela terá que fazer um tipo de acordo…

    – Como assim? Acordo?

    É.

    Tenha uma conversa franca com ela, diga que a ama e que fará todo o necessário para obedecê-la e ajudá-la a satisfazer os desejos e as necessidades dela, e ela o amará ainda mais. Ou seja, resolva você antes que ela mesma o faça.

    – Quer dizer que não tenho escolha então?

    – Não, todo marido nasceu para ser corno, é só questão de tempo.

    Tive que admitir que eu não pensei nisso, de forma que não me restava outro caminho.

    Aquela noite foi um divisor de águas para nós; na cama, mais uma vez eu me esforçava para satisfazer Andréia, mas não conseguia, ela não gozava mais como antes.

    A frustração dela aumentava meu sentimento de culpa.

    – Andréia, meu amor, não aguento mais isso, ver você assim…

    – Nem eu meu amor, mas não quero te magoar. Você precisa entender, a vida é feita de ciclos, temos que passar para outra etapa agora e está próxima etapa é a etapa onde o marido vira um corno manso e submisso.

    – Eu estou vendo uma psicóloga por isso e contei a ela toda a nossa situaão.

    – E o que ela disse?

    – Que eu deveria assumir um novo papel no nosso relacionamento, e ajudar você a se liberar.

    – Um novo papel? Perguntou com um brilho nos olhos.

    E ali, na penumbra do nosso quarto, no calor da cama, eu envergonhado, falei:

    – Sim, ser um marido corno.

    – E o que você está achando disto amor? Perguntou ela novamente.

    E eu respondi:

    – Tenho que assumir que estou ficando excitado com a ideia.

    Andréia já tinha se orientado bastante com a Cláudia e Patrícia, e mostrou estar preparada para aquele momento tão aguardado:

    – Amor se vamos fazer isso, tem que ser bem feito concorda?

    Nada de meias palavras, certo?

    Nada escondido!

    – Fale com todas as letras.

    Qual vai ser teu papel daqui para a frente?

    – Fala!

    Disse em tom imperativo:

    – corno… falei baixinho.

    – Eu não ouvi Paulo, repete!

    – CORNO, amor, PAPEL DE CORNO.

    – Olha, é importante que não paire nenhuma dúvida quanto a este ato, então eu quero que você repita para mim bem devagar:

    eu quero ser teu corno amor.

    – Repete Paulo!

    – Eu quero ser teu CORNO amor.

    Satisfeita me deu um beijo e virou-se para dormir satisfeita.

    Bem, no dia seguinte ficou bem claro que nosso casamento mudaria de vez, eu não sabia ainda se para melhor ou não, mas isso só o tempo iria dizer…

    Andréia, como era de se esperar acordou super bem-disposta, me trazendo café na cama; me beijou carinhosamente e disse:

    – Amor, hoje é um dia especial para nós!

    Eu estive pensando e não quero que você seja assim, tipo, um corno ateu, Patrícia vai nos ajudar e hoje à noite você poderá ver que vai ser só sexo, você vai continuar a ser o homem da minha vida, só não será mais o homem que vai me comer.

    Confesso que isso tudo ainda me chocava um pouco, mexia com meu orgulho de macho, mas estava ficando com muito tesão.

    – O que é corno ateu Andria?

    Ora amor é aquele que é e não acredita entendeu?

    – E como vai ser isso Andréia?

    – Fica tranquilo que nós já pensamos em tudo:

    Hoje à noite o Mário vem aqui em casa.

    A Patrícia já comentou sobre o Mário lembra?

    Sim, eu me lembro, é o garanhão, bem-dotado, comedor de esposas né?

    – Isso, isso, disse ela com volúpia.

    – Não precisa me humilhar assim também né amor?

    Nesse momento Andréia mudou sua fisionomia, e para deixar bem claro quem mandaria dali para a frente disse:

    – Olha Paulo, você é corno e corno tem é mais que ser humilhado mesmo.

    Só para você saber:

    Alfredo tentou resistir à ideia de ser corno e Patrícia teve que, digamos assim, apelar; você está sendo mais inteligente e não me obrigou a fazer isso; iríamos chegar ao mesmo ponto, só que de outras maneiras, como Patrícia fez.

    Minha curiosidade agora era grande:

    – Como assim, o que a Patrícia fez com o Alfredo?

    – Bem, rolou de tudo, ela tentou convencer e não aceitou; aí, ela colocou um cinto de castidade nele e deixou-o sem sexo por três meses, e ele ficou em jejum mesmo, porque com o cinto de castidade ele nem conseguia se masturbar para tentar se aliviar foram três meses sem ter um orgasmo.

    E neste período ela ficava provocando, usando mini saias, calcinhas minúsculas, se masturbando na frente dele.

    Ele estava babando já… até que um dia ela estava de bruços, de lingerie preto, fingindo dormir e sentiu ele atrás dela, cheirando sua bunda, virou e disse que agora ele só ia cheirar mesmo, comer não.

    Ele quase chorou, implorou para comê-la e aí ela sentiu que ele estava pronto para comer na mão dela, e disse:

    – Está preparado para ser corno então?

    Está pronto?

    E ele disse:

    – Está bem, está bem, eu tenho escolha?

    E ela respondeu:

    – Tem: ser corno sem saber ou manso submisso.

    Você prefere ser o que?

    E ele aceitou a ser corno manso e submisso.

    Depois que a Andréia terminou de contar como a irmã dela fez para convencer o marido a virar corno, ela virou para mim e disse com tom autoritário:

    – Ajoelha corno!

    – O quê?

    – Você ouviu: vai ser do meu jeito, é pegar ou largar!

    Ajoelha corno!

    – Que é isso amor?

    Andréia estava só de calcinha e me ordenou que a tirasse; logo depois puxou a minha cabeça de encontro e falou:

    – Olha bem para minha bucetinha, porque ela vai ficar bem larga daqui há pouco tempo; e para alimentar corno manso nada melhor que tomar leite da gruta!

    – Como assim Andréia?

    – É o seguinte: hoje eu vou inaugurar teu chifre e você vai ficar só assistindo e quando eu terminar você vai limpar todo o esperma depositado pelo meu amante dentro de mim, mas vai limpar com a língua, entendeu?

    E depois como prêmio por você ter aceitado virar corno manso, vou deixar você me comer só para você ver como meu amante me arrombou e se não se comportar bem daqui para frente, será a última vez que você vai me comer.

    Entendeu bem?

    – Sim amor…

    À noite, Andréia estava deslumbrante, com um espartilho e uma cinta-liga.

    Patrícia apresentou o Mário para minha esposa e disse que o Mário já estava por dentro da situação e sabia que eu estava disposto a virar um corno manso e submisso.

    Logo depois ela foi embora.

    Os dois começaram a se beijar imediatamente e ele mostrou que fazia jus à sua fama de comedor.

    Alisou lentamente a bunda de Andréia, com a certeza de quem sabia que seria o possuidor legítimo daquela mulher; ela baixou a calça do Mário e os olhos de Andréia brilharam e ela disse:

    – Amor pena que você não tem um desses hein, e passou a mão suavemente sobre o pênis do Mário.

    Eu fiquei admirado com o pênis do Mário e fiquei pensativo: ela iria aguentar aquilo tudo?

    Pois eu não era bem-dotado e ele devia ter uns 23 cm de pênis rijo para devorá-la, era muito grande mesmo.

    Ela dizia:

    – Olha que caralho gostoso, olha corno!

    E ficava punhetando o Mário que já soltava gemidos.

    Foi então que ela olhando para mim com cara de puta encostou o Mário na parede e ajoelhou-se à sua frente, deixando-me com a visão de seu rabo descomunal tapado pela minúscula calcinha.

    Em poucos segundo ela já enfiava toda a rola do Mário em sua boca.

    Depois Mário colocou-a na beira da cama e passou a pincelar sua buceta com aquela cacetão; a buceta de Andréia pingava, pedindo vara.

    Mário não se fez de rogado e afundou a pica em minha mulher, que desavergonhadamente gemia e gritava sem se importar com a minha presena.

    Andréia estava no céu, ela gozou várias vezes, eu nunca a vi assim, já fazia muito tempo que eu não era capaz de proporcionar-lhe tanto prazer.

    Depois de bombar bastante a minha esposa o Mário se virou e disparou a seguinte frase:

    – Acho que seu corno está com inveja.

    – De quem?  De mim ou de você?  Perguntou Andréia.

    E os dois riram muito.

    Ele começou então a foder com força e violência a vagina dela.

    Minha esposa urrava e gozava no pênis do Mário; ela estava sendo literalmente arrombada e gritava a cada estocada daquele homem, até que ele gozou dentro dela, ele tirou o cacete e eu pude ver a vagina dela completamente arrombada.

    Ela levantou um pouco o quadril para não deixar escorrer o esperma do Mário, olhou para mim e disse:

    – Vem aqui meu amorzinho, vem lamber a bucetinha da sua mulher e limpar toda a sujeira que meu amante fez, vem lamber a sua putinha vem.

    Eu fui e comecei a lamber a buceta dela completamente lambuzada de esperma, comecei a sentir o sabor dela misturado com o sabor do esperma de outro homem.

    Mas tenho que confessar que eu gostei da situação.

    Ela percebeu então me disse:

    – Gostou, meu corninho, de sentir o sabor de porra de outro macho na minha bucetinha?

    Eu quero que você me deixe limpa por que eu quero transar mais com ele.

    Eu tive que chupar a vagina da minha esposa toda lambuzada de porra e deixá-la limpinha e ela gozou com as minhas lambidas.

    Ela depois transou a noite toda com ele e de todas as formas possíveis e depois que ele gozava eu tinha que chupar a vagina e o cuzinho da minha esposa todo gozado.

    Depois que o Mário foi embora, fui tomar um banho eu fui para o quarto e logo depois ela também tomou o seu e veio deitar perto de mim me abraçou e disse:

    – Não fique assim, eu só fiz isso por que eu precisava de um homem de verdade e sabia que você iria adorar e sempre foi a minha fantasia ser possuída por outro homem com você assistindo.

    Eu ainda amo você e muito, mas quero que você entenda que chega um momento na no casamento que o marido precisa ser corno, e eu sempre preferi fazer isso sem esconder de você.

    Depois disso, ela me beijou e transamos e no final gozei bem gostoso.

    Assim que acabamos ela disse:

    – Eu gostei de transar com o Mário, vou querer mais vezes, mas agora eu quero transar com uns quatro homens ao mesmo tempo.

    Você sabe que seu pauzinho não me satisfaz há muito tempo, né amor?

    Depois deste dia, minha esposa não parou mais de me colocar chifres e eu virei um corno manso e submisso.

    comedor-am

    Corno já nasce pra ser corno

    comedordecasadas0

    Nossa wue sonho ter uma esposa assim

    casadoscontoseroticos

    A primeira vez dela com outro

    Agora estamos casados há quase dez anos e temos um filho de nove. Minha mulher tem 1m60m e pesa 58kg é loira, queimadinha de Sol, bundinha arrebitada e seios suculentos.

    Ela sempre atraiu o olhar de outros homens. Agora, com quase quarenta anos de idade, ainda é capaz de fazer os homens voltarem a cabeça para olharem-na e dar uma conferida na sua bunda que, eu acho, é uma das partes mais atraentes do seu corpo.

    Uma coisa foi mudando em mim: os ciúmes quase doentios do início do nosso relacionamento deram lugar a um certo orgulho, quando percebia outros homens conferindo o corpo da minha mulher. A primeira vez em que senti este tesão foi à beira da piscina, na casa do meu cunhado, no final de 2010, quando eu percebi que o marido da irmã dela, estava olhando maravilhado para minha mulher enquanto ela passava protetor solar no corpo. Ele chegou a massagear o pinto que assumiu um certo volume, antes dele perceber que eu tinha sacado o que estava acontecendo e tentou disfarçar.

    Minha mulher não trabalha fora. Eu sou um engenheiro razoavelmente bem-sucedido que há dois anos foi contratado para a direção de uma multinacional muito badalada, onde venho alcançando resultados maravilhosos e já tive, até, convite para ir trabalhar na matriz da organização, na Europa.

    E foi justamente quando consegui este atual emprego que nossa vida começou a mudar. Sempre tivemos uma vida sexual razoavelmente satisfatória, mas normal para um casal com as nossas características. Uma ou duas trepadas por semana; vez por outra uma escapada para um motel; eventualmente uma conversinha mais apimentada sobre as brincadeiras que cada um de nós fez com outras pessoas, antes de começarmos nosso relacionamento; de vez em quando uma ou outra revelação sobre fantasias… Mas não existe melhor afrodisíaco que conseguirmos aquele emprego com que sempre sonhamos e com um salário bem alto, existe?

    Já contratado, a empresa pediu para que eu passasse três meses na maior fábrica da empresa, em Recife, tanto para conhecer melhor a linha de produtos, como para fazer um diagnóstico dos problemas que eu encontrasse. Antes de assumir efetivamente o meu cargo. Como o período era muito longo a organização sugeriu que eu levasse minha família com todas as despesas pagas; mas como estávamos no período escolar, deixamos nosso filho com os meus pais, para não perder aulas, e fomos apenas eu e minha mulher para uma nova e prolongada lua de mel.

    Durante a semana, eu saía do hotel por volta das 9h da manhã e retornava apenas às 5h da tarde. Minha mulher visitava alguns locais de compras, durante o dia, além de passar um grande tempo na piscina do hotel, que vivia lotada de turistas, principalmente estrangeiros (europeus, na maioria). Ela logo comentou comigo que era comum as europeias praticarem o “topless” enquanto tomavam sol.

    Em nossa terceira semana, naquela rotina, percebi que minha mulher estava mudando. Ela começou a tomar a iniciativa para o sexo, o que antes era raríssimo acontecer. Comentava comigo, constantemente, sobre coisas que havia visto em sites de sexo, na Internet (antes ela nem gostava que eu visse tais matérias!). Comprou um novo e lindo biquíni; pela primeira vez um fio dental que expunha sua linda bunda por inteiro. Ao mostrar a sua nova aquisição, ela saiu do banheiro vestindo o biquíni e perguntou se eu havia gostado.

    Percebi imediatamente que era bem menor que aqueles que ela costumava usar e ela perguntou se podia usar aquilo na piscina. Quando eu respondi que estava aprovadíssimo, ela virou de costas mostrando que sua bundinha “mastigava” a calcinha do biquíni e repetiu a pergunta:

    – Posso, mesmo, usar este biquíni na piscina do hotel, na frente de todo mundo?

    – Wow! – Eu vibrei e fiquei excitado. – Vou repetir: está aprovadíssimo!

    – Mas os homens que estiverem lá vão ver a minha bundinha. Vai que alguém gosta…

    Eu já estava excitado e a puxei para mim. Caímos na cama e minhas mãos foram diretamente para aquela bunda maravilhosa. Começamos a nos beijar e ela já foi tirando minha roupa. Entre as carícias íamos falando:

    – E se alguém gostar da minha bundinha, lá na piscina? – Ela insistia.

    – Deixa gostar!

    – Você não se importa?

    – Claro que me importo!

    – Fica com ciúmes?

    – Um pouquinho. Só um pouquinho. Um ciúme gostoso.

    – Ciúme gostoso? Como é que é isso?

    – Fico com tesão.

    – Fica com tesão? Não fica com ciúmes?

    – Fico com um pouquinho de ciúmes e com muito tesão.

    – Você fica com tesão, quando alguém me olha?

    Ela parecia duvidar.

    – Com muito tesão!

    – Você é um depravado.

    Enquanto falava isso ela sentava sobre o meu corpo e pegava meu pinto duríssimo para dirigir a penetração. Ela estava muito molhada. Encharcada! Quente. Gostosa como nunca.

    – Se eu me importasse demais com os homens olhando para você, não estaríamos mais casados. Você é gostosa! … e muito atraente.

    – Não sou, não! Não atraio muitos olhares. Você fala isso para fazer com que eu me sinta gostosa.

    Ao ouvir aquilo (sussurrado em meu ouvido) algum sininho tocou dentro de mim.

    É claro que ela tinha consciência de como é gostosa. Claro que ela sabia que atraía os olhares de outros homens. Repentinamente as coisas foram se tornando muito claras, para mim. Comecei a lembrar e perceber detalhes que estavam passando claros, mas para os quais eu não tinha atentado. Mesmo assim resolvi ir devagar.

    – Você é gostosa e sabe disso. Sempre soube!

    – Você sente mesmo tesão, quando alguém olha para mim?

    – Sinto.

    – Muito?

    – Demais! Tem alguém secando você na piscina do hotel?

    Algo me dizia que a excitação dela, nos últimos dias, era devida à auto estima inflada por alguma paquera naquele hotel.

    – De vez em quando alguém me olha…

    – E no meio deste “alguém” tem alguém chamando a sua atenção, em especial?

    – Tem um cara sim.

    Ela falou deixando perceber um certo receio na voz.

    – Um cara?

    Perguntei me esforçando para ela perceber que aquilo estava me oferecendo tesão. Ao notar que meu pau a penetrava mais afoito, ela se sentiu animada a continuar:

    – Ele é magro, tem mais ou menos a mesma altura que você, mas é musculoso. Tem cabelos escuros e olhos claros.

    Eram detalhes demais para que ela tivesse apenas “percebido” os olhares do cara sobre ela. É claro que os olhares haviam sido retribuídos. Senti mais tesão e ela percebeu isso.

    – Você deve ter olhado muito para ele, para ver todos estes detalhes.

    Meu tesão crescia a cada palavra, e eu fazia questão que ela sacasse isso. Resolvi dar mais corda a ela:

    – O cara é bem-dotado?

    – Como é que eu vou saber se ele é bem-dotado?

    Ela perguntou cautelosa.

    – Olhando para o volume na sunga dele! Tem outro jeito?

    – E você acha que eu ia ficar olhando estas coisas?

    – Alguma coisa deve ter disparado o seu tesão. Não minta para mim. Eu sei que as mulheres olham mesmo, para o volume dos caras, até quando estão de roupa comum. Ele usa sunga, não usa? Ou usa estas enormes e nada sensuais bermudas que os surfistas usam, atualmente. Ele é homem, não é? Ou você está se interessando por garotinhos imaturos e que sofrem de ejaculação precoce, agora?

    – Usa sunga. Ele é homem, não é nenhum adolescente.

    – E o que foi que te fez sentir tesão por ele?

    – Não é tesão!

    Ela ainda receava se abrir comigo.

    – Eu o achei somente interessante.

    O receio fez com que ela perdesse o tesão. Ela saiu de cima de mim, deixando-me com o pinto extremamente duro. Deitou-se de lado, de costas para mim, evitando o meu olhar. Abracei-a por trás, fazendo com que ela sentisse minha ereção se esfregando em sua bunda.

    – O que foi?

    Perguntei com voz adocicada e quente, em seu ouvido, o que eu sabia que a faria sentir tesão. Deu certo; seu corpo ficou todo arrepiado; ainda assim ela resistia.

    – Eu não sei o que você pensa de mim.

    Ela se fazia de magoada.

    – Depois de tantos anos de casamento, você agora resolveu fazer com que eu me sinta uma puta!

    Sentei na cama e fiz com que ela me encarasse.

    – Estamos perdendo tempo, aqui. Eu estava morrendo de tesão e estávamos trepando deliciosamente quando você resolveu estragar tudo. Vou dizer logo o que estou pensando: o interesse do cara, em você, fez com que você sentisse tesão, sim. Você tem andado mais ativa, sexualmente; comprou este biquíni bem mais sexy, para se mostrar para ele; tem visto sexo na Internet e conversa comigo sobre o assunto; está até tomando sol! Pensa que não percebi a marquinha de biquíni na parte de baixo? E acho que andou fazendo “topless”, pois a marca de biquíni nas suas tetinhas é bem mais sutil que na sua bundinha. Estou errado?

    – Só fiz “topless” uma vez, para experimentar.

    Ela confessou bem envergonhada. E só confessou porque percebeu que não tinha como negar.

    – Que legal!

    Saber que minha mulher tinha mostrado os peitos fez com que meu pau, que estava lentamente retornando à posição de descanso, desse um novo pulo, para cima. Mostrei aquilo a ela, comentando:

    – Olhe como você está me proporcionando tesão! Continue falando: o que foi que te fez sentir tesão por ele?

    Ela pareceu pensar um pouco, antes de responder com muito cuidado na voz:

    – Ele tem o peito bem peludo.

    – E um belo volume na sunga.

    Eu sugeri.

    – Isso também. Mas a voz dele, falando com um sotaque francês bem acentuado, me dá mais tesão que este outro detalhe, que você falou.

    – Quer dizer que você já conversou com ele!

    Eu mesmo me assustei, com aquilo.

    Ela pareceu pegar fogo. Seu rosto ficou vermelho e ela evitava me olhar no rosto. Ficou quieta por um bom tempo. Eu também não falava nada; aquilo tinha me surpreendido demais. Mas não posso negar que meu tesão também tinha crescido com aquela revelação.

    Deitei e abracei-a por trás. Achei que se não tivesse que me encarar ficaria mais fácil para ela fazer suas confissões. Fui dando beijos molhados em sua nuca e orelhas (isto sempre a excitou demais) e fui acariciando seu corpo todo. Em menos de cinco minutos eu a estava penetrando de novo. Foi ela quem falou primeiro:

    – Seu pinto está tão duro!

    – É o tesão que você me proporcionou, com tudo o que falou. Quero sentir mais tesão: conte mais.

    Continuamos trepando devagarinho e ela ficou em silêncio por mais um ou dois minutos, antes de começar a falar de novo:

    – Eu estava tomando uma caipirinha de Vodka, na piscina, e fiquei meio tontinha. Você sabe que eu não costumo beber muito. Tenho pouca resistência ao álcool. Via aquelas mulheres fazendo “topless”, à minha volta, e “aconselhada” pelo álcool resolvi experimentar aquilo. Livrei-me do sutiã e fui tomando a minha bebida de olhos fechados, porque ainda estava um pouco envergonhada. Quando a caipirinha estava acabando, ele se aproximou de mim e sentou na cadeira ao meu lado, oferecendo-me um novo copo cheio, bem geladinho e foi dizendo que tinha ficado com dó de me ver bebendo sozinha.

    Ficamos conversando um tempão, mergulhamos juntos…

    – Ela parou um pouco de falar. Percebi que estava pensando se devia, ou não, continuar. Nossa trepada tinha esquentado, à medida em que fui imaginando ela conversando com outro homem com os peitos para fora.

    Fiz questão de que ela percebesse meu tesão na voz, quando falei quase gemendo:

    – E, como sempre, quando você saiu da piscina, tinha que passar mais protetor solar. O francês te ajudou?

    – Assim que peguei o protetor ele o tirou da minha mão e me fez deitar na cadeira. Ele fez questão de passar o protetor em mim.

    Percebi que ela estava com muito tesão, também.

    – Ele passou o protetor nos seus peitos?

    Eu estava lutando para segurar a gozada; ia explodir de tesão quando ela respondeu:

    – E na minha bundinha, também. E quando estava passando na minha barriga, seus dedos entraram alguns milímetros na minha calcinha.

    – Milímetros?

    Eu perguntei gritando, já gozando de uma forma como nunca havia gozado antes.

    – Centímetros!

    Ela respondeu, também, começando a gozar feito uma louca.

    Depois deste orgasmo ficamos na cama, um de cada lado, tentando recuperar o fôlego. Estávamos encharcados de suor. Meus joelhos pareciam estar enfraquecidos e eu ainda estava tentando me recuperar, quando ela perguntou:

    – Quer que eu continue contando?

    Onde eu parei?

    – Você sabe! Não se faça de sonsa. Ele enfiou os dedos dentro da sua calcinha.

    – Alguns milímetros.

    Ela se apressou a completar, sorrindo.

    – Centímetros!

    Eu a corrigi.

    – Está bom!

    Ela falou com carinha de safada.

    – Alguns centímetros!

    – Chegou na sua bucetinha?

    – Não. Eu estava trêmula e achei que era hora de acabar com aquela brincadeira. Disse que estava na hora de subir porque meu marido estava para chegar e levantei, deixando-o um pouco assustado, e vesti rapidamente o sutiã e minha saída de banho. Comecei a andar em direção aos elevadores. Ele levantou e correu um pouco atrás de mim para dizer que também estava na hora de subir. Entramos no elevador e ele aproveitou que estávamos sozinhos, para me abraçar por trás. Senti aquele peito peludo se esfregando em minhas costas, percebi o volume crescendo em sua sunga e perdi o controle. Deixei que ele me beijasse e minhas resistências foram totalmente para o espaço.

    – Você deixou ele beijar você? – Perguntei um pouco espantado. Até onde eles teriam ido? Eu estava muito assustado, mas meu tesão era maior.

    – Deixei.

    Ela teve um pequeno tremor ao responder enquanto pegava meu pinto para dirigi-lo em direção à sua buceta.

    – Ele beija gostoso?

    Perguntei enquanto a penetrava.

    – Tem uma língua enorme. Molhada e atrevida. Se enfiou na minha boca e parecia um pinto brigando com a minha língua. O beijo dele é beijo de macho safado!

    Ela disse com voz quente… rouca… Quem estava dando mais tesão a ela: meu pinto em sua boceta, ou a lembrança do francês e suas sacanagens?

    – Gostoso?

    Eu insisti, querendo ouvir.

    – Delicioso!

    – Sua puta!

    Eu disse gemendo com o tesão de ouvi-la contar aquilo.

    – Você está me ofendendo, ou me elogiando?

    – É um elogio!

    E eu estava sendo sincero.

    – Quer saber mais?

    – Quero saber tudo!

    – Tem certeza?

    Aquela pergunta era mais para me preparar para o que viria, que para saber minha disposição para receber a confissão.

    – Absoluta! Acho que já sei onde isso vai acabar.

    E eu já estava me segurando para não gozar.

    – O elevador parou no nosso andar e eu tentei descer, mas ele me segurou pela cintura, puxando-me de novo contra o seu corpo. Senti suas mãos fortes e os pelos dele, de novo, em minhas costas. Senti o volume dentro de sua sunga e protestei, sem muita convicção:

    -Este é o meu andar.

    E ele, virando-me de frente para ele, respondeu perguntando:

    -Você não vai me deixar assim, vai?

    Ele olhou para baixo e eu acompanhei o seu olhar para perceber que a cabeça e boa parte do pinto dele tinham saído para cima, na sunga. Tentei colocar aquilo para dentro da sunga e percebi que não tinha mais condições de resistir ao meu tesão. Nos beijamos de novo e deixei a porta do elevador fechar para nos levar até o andar em que fica a suíte dele.

    Eu queria aquilo.

    – Você trepou com ele?

    Perguntei fazendo um esforço sobre-humano para não gozar.

    – Tenha paciência! Você quer ouvir, ou não quer? Vou contar com detalhes.

    Fiquei quieto e continuei segurando meu tesão para não acabar com a trepada antes da hora. Eu queria gozar com ela. Queria gozar quando ela me contasse como tinha gozado com o francês.

    – Ele me conduziu pela mão, assim que a porta do elevador abriu, novamente, e em poucos segundos estávamos na porta do seu apartamento. Ele abriu a porta usando o cartão magnético que eu não sei de onde ele tirou e foi logo me empurrando para a cama, onde me deixei cair. Rápido como um raio ele tirou a calcinha do meu biquíni e eu mesma me livrei do sutiã, enquanto ele arrancava a sua sunga e a jogava para longe. Olhei sem um pingo de vergonha para o pinto dele e me excitei ao perceber que era grosso; bem grosso.

    – Mais grosso que o meu?

    Ela me olhou com um sorriso significativo, evitando responder com palavras. O pau dele era mais grosso que o meu. E eu aprendi há tempos que as mulheres não se importam muito com o comprimento do pinto, mas com a grossura…

    Ela continuou contando:

    – Puxou minhas pernas para cima, arqueando o meu corpo e caindo de boca na minha bocetinha. O quarto inteiro parecia cheirar a sexo e aquele aroma me deixava totalmente louca e absolutamente sem nenhum pudor. Falei com ele de uma forma que nunca falei com você. Eu pedi… quase implorei para ele me foder.

    – Você falou assim mesmo? Foder? Você não fala deste jeito nunca!

    Eu quase não me aguentava de tanto tesão. Ia explodir a qualquer momento e sentia na voz de minha mulher que ela também estava excitadíssima; ela falava trêmula e entre gemidos, mas estava gostando de contar aquilo. Estava com tesão ao me contar aquilo.

    – Mas falei, ali. Eu estava fora de controle e queria tudo o que ele pudesse me oferecer. Ele deitou sobre mim e foi me penetrando gostoso… grosso… joguei meu corpo para cima, abraçando-o com as pernas. Parecia que eu estava com medo de ele sair dali, deixando de me oferecer aquele prazer todo. Sentindo que eu ia gozar, ele então me virou de costas, e com uma maestria lambuzou seu pau na minha bundinha e sem dó me penetrou, com a mão direita massageava minha buceta.

    – Mas você deu a bundinha para ele?

    Perguntei surpreso para ela.

    – Amor eu sei que você adora minha bundinha, mas eu queria que o francês por completo, eu quis muito dar minha bundinha para ele. Eu não aguentei amor, e disse para ele:

    – Me fode, me fode!

    Enquanto rebolava no seu pau, foi quando não aguentamos mais e nós dois gozamos como nunca amor! Ele inundou meu cuzinho com seu leite!

    Nessa hora senti que ia gozar e pedi para ele gozar junto comigo. Ela começou a estremecer, gemer e levantou a voz para dizer:

    – Olha querido, eu fui uma puta para ele! Você está bravo comigo?

    – Não! Estou morrendo de tesão e adorando você assim.

    Eu já estava amolecido pelo gozo, mas completei:

    – Você virou uma puta completa!

    Depois disso nossa vida está muito melhor. O sexo se tornou algo incrivelmente melhor. Estamos mais unidos e, finalmente, nos tornamos cúmplices, como deveriam ser, todos os casais

    fantasiasdemarido

    Texto muito bem escrito…queria ser eu o sortudo desse marido!

    maridoamaesposa

    minha esposa japinha adora ler um conto erótico… ela fala que fica muito excitada quando lê…rs

    brunobrece

    Que historia sensacional. Gozei gostoso lendo essa historia e me colocando no lugar do autor desse magnifico texto. 

    Baladinha com esposa

    Eu sou um típico homem casado brasileiro. Minha esposa e eu fazemos sexo talvez uma vez por semana, e dependendo dos nossos problemas profissionais durante a semana, às vezes o sexo passa até batido e ou despercebido…

    Quando nós nos casamos a minha esposa era daquelas que só conheciam a posição sexual missionária, e algumas pequenas variações da mesma… Nada mais do que isso.

    Mas tudo isso mudou com uma situação acidental nossa. Minha esposa e eu fizemos um acordo para apimentar a nossa relação que estava muito fria, ela veio com a ideia de que precisávamos voltar ao básico e recomeçar.

    Ela me disse que precisava da atenção extra de outro homem e que eu precisava presenciar tudo…

    Ou seja, ela queria se exibir, se insinuar para outro homem, e eu teria que presenciar tudo à distância.

    Eu pensei que ela estava louca, mas ela me disse para ouvi-la e deixar acontecer, e que era pra eu confiar nela.

    Ela então propôs se vestir com um microvestido, super curto, branco, que realçava e marcava a sua calcinha, ela se maquiou toda, passou um batom muito vermelho, e nós seguimos em direção a um bar, que ficava no lobby de um hotel bem conhecido em nossa cidade, e que era perto de onde nós moramos o (Isso me causava uma grande ansiedade, angústia e nervosismo.)

    Imaginar que ela poderia conhecer um homem que ela se sentisse atraída, e fosse meter com ele em um quarto daquele hotel me deixava louco de excitação. Esse bar é conhecido em nossa cidade como o reduto dos solteiros(as), caso você esteja afim de conhecer alguém, esse é o local certo.

    Sua ideia era que, se ela achasse o tal homem , então ela me mandaria entrar no bar e ela me apresentaria como um velho colega de faculdade . Ela então me apresentaria ao homem que ela acabava de conhecer e eu teria que me sentar ali mesmo ao lado dela enquanto ela flertava para frente e para trás com ele. Eu concordei com o seu plano, e ela partiu para a ação…

    Eu quero enfatizar que isso tudo era muito louco pra mim, mas eu também sou homem suficiente para admitir que a minha esposa é muito sensual e gostosa, e por isso eu tinha certeza que o seu plano funcionaria, (eu estava disposto a tentar…)

    Eu sabia que ela não teria nenhum problema em chamar a atenção de todos!

    Ela partiu pro o bar do hotel e me disse que ela me enviaria um texto no whatsapp se encontrasse um homem que ela gostasse. Me sentei no lobby e aguardei… Passaram umas duas horas, e eu estava surpreso com o fato de que ela ainda não havia feito nenhum contato… Nem de texto.

    Então, cerca de meia hora depois, recebi o texto. Ela me disse: “Venha aqui, mas lembre-se que te amo com todo o meu coração”.

    Minha mente começou a se perguntar o que diabos ela estava fazendo, especialmente com a quantidade de tempo que havia se passado…

    Eu entrei na área do bar e vi minha esposa sentada ao lado de um homem. Meu palpite era que ele tinha cerca de uns 45 anos e era um homem bem afeiçoado. Quando eu me aproximei do bar, vi que ele tinha o braço meio que ao redor dela com a mão na parte de trás da cadeira. Eu pedi uma bebida e estava de pé atrás de algumas pessoas no bar a cerca de três metros de distância. Eu tenho que admitir que eu podia sentir o meu coração acelerado batendo no meu peito… Ela virou-se para olhar ao redor e me viu de pé ali. Ela gritou para mim e disse “Oh meu Deus, Evandro, vem cá…”

    Eu caminhei até ela, e o homem retirou a mão de sua cadeira. Ela se virou para ele e lhe falou que eu era um amigo de faculdade, e que ela tinha estudado comigo. Ela então se levantou e me deu um grande abraço. Ela voltou a se sentar ao lado desse homem, e me apresentou a ele. Seu nome era Thomas. Apertei a sua mão e perguntei a minha esposa como ela estava… Ela continuou me dizendo que estava bem e falou pro Thomas que ela teve a maior paixão por mim na faculdade, e outras coisas mais… Eu joguei, e disse a ela que eu não tinha ideia dessa paixão… kkk.

    Eu disse ao Thomas que ela era a mais linda da nossa turma, e que nunca me imaginei tendo qualquer chance com ela…

    Nós fomos de um lado para o outro como se tivéssemos acabado de nos reconectar e reencontrar… A situação era uma loucura…

    Ela comentou sobre o meu anel de casamento e eu disse a ela que eu era casado sim, mas o sexo não é o que costumava ser…Ela então disse: “Oh, meu Deus, eu estava dizendo ao Thomas que eu tenho o mesmo problema.” Tomas então disse que ele estava falando para ela que nenhum homem em sã consciência poderia se cansar de uma mulher como ela. Ele a encheu de elogios, falou quão linda ela era, e quão sexy ela olhava pra ele.. . Ele perguntou minha opinião. Eu disse a ele que isso pode acontecer após 20 anos de casamento! Mas eu também falei que ela estava mais linda agora do que na época de faculdade.

    Minha esposa balançou a cadeira em direção ao Thomas com as pernas abertas, virou a cabeça para mim… e me pediu para guardar sua cadeira que ela já voltaria. Eu disse, claro, enquanto o Thomas olhava diretamente para para baixo entre as pernas abertas da minha esposa! Sua mini saia era muito curta e mostrava sua calcinha branca e sua bucetinha depilada marcando a calcinha… Uma cena alucinante !

    Era nítido que a atenção de todos estava voltada para as pernas da minha esposa, que as cruzava e descruzava a todo instante. Eu pedi uma caipirinha, e minha esposa fez questão de dar aquela voltinha básica para o Thomas ver todo o seu corpo. Ela foi ao banheiro, e pediu ao Thomas que lhe acompanhasse…

    Passou-se cerca de uns 30 minutos, e ela volta do banheiro, me deu um beijo na boca, segurou a minha mão, e me arrastou pra fora do bar… Entramos em nosso carro, e entes que eu pudesse perguntar pelo Thomas, ou o que tinha acontecido, ela levantou a saia, e me mostrou a sua bucetinha toda vermelhinha… Ela me disse, “Aqui corninho… Olha bem pra minha pererequinha toda esfoladinha… Acabei de dar pra um pauzão de uns 20cm,.. E ele me fudeu todinha…

    Ela falava isso enquanto me beijava, eu podia sentir o gosto de porra na boca dela… Ela me disse que ele havia gozado na sua boca, e que ela não havia lavado justamente para eu sentir o gosto de seu amante…

    Minha gente, essa foi o momento de maior excitação na minha vida…a sensação era única, eu queria saber cada detalhe… Ela me contou que eles entraram no banheiro masculino, trancaram a porta, ele a virou de costas contra a parede, levantou a sua saia, puxou a sua calcinha pro lado e a penetrou por trás com força… Mordendo suas orelhas e seu pescoço… Depois de algumas metidas ele sentou no vaso, e ela se sentou no pau dele…

    Ela rebolava e gemia pedindo mais… uuiiiii… Quando ele sentiu que ia gozar ele se levantou, colocou minha esposa de joelhos e encheu sua boquinha de leite… E foi esse leitinho do Thomas que ela trouxe pra mim, e que eu estava sentindo o gosto em seus beijos alucinantes… Naquele momento eu me enchi de coragem e falei, eu quero ser seu corninho pra sempre meu amor !

    Foi uma sensação indescritível de liberdade. Eu sabia que as pessoas no bar haviam notado o que tinha acontecido.. E quanto mais pessoas sabiam, mais eu ficava excitado…

    Fomos para casa e  transamos feito dois adolescentes. Desesperados de tesão ! Foi absurdamente gostoso ! Sou corno, mas sou muito feliz !!

    te-contos

    Domingão gostoso com a minha primeira DP (7-8-2022)

    By; Raely

    Oi TC, me chamo Raely, sou casada a apenas 3 anos, sem filhos e tenho um gostoso marido, nos entendemos muito bem na cama, sou uma loira, 28 anos, cabelos compridos, olhos castanhos claros, 1,69m, 56kg, seios médios e durinhos, bumbum grande e raspadinha...rss

    A uns 6 meses meu marido me pediu que fizemos um ménage com mais um homem, porque ele adoraria me ver sendo possuída por outro, fazendo sexo anal, oral, enfim, tudo. A princípio achei a idéia meio louca, mas ele começou a assistir alguns filmes e comecei a ficar muito excitada com a idéia.

    No último final de semana, resolvemos fazer um churrasco para um casal de amigos nossos (o Paulo um moreno lindo e gostoso e sua esposa uma morena muito bonita também que o meu marido fica babando quando ela passa rebolando...rss).

    Ao chegar notei que o Paulo não parava de olhar para mim, eu estava com uma mini saia bem provocante, uma tanguinha preta e uma camiseta branca que apareciam os bicos grandes dos meus seios, pois não tinha nada por baixo.

    Fiquei surpresa que tinha vindo somente ele, dizendo que sua esposa estava muito indisposta.

    Então começamos a comer e meu marido serviu vinho no almoço, eu não costumo beber nada, mas como era uma ocasião especial, tomei 2 taças de vinho e fiquei muito muito alegre.

    O Paulo sempre que podia me dava uma encoxada quando ia pegar o churrasco, ou me tocava nas pernas eu estava achando muito gostoso isso, e começando a ficar excitada.

    Fomos para a sala pra descansar um pouco e assistir a um filme, meu marido sentou-se do meu lado esquerdo e o Paulo à minha direita. O filme era pornô a história era de um casal que faz um ménage com um amigo pintor.

    O filme começou a me excitar demais, estava com muito tesão, e meu marido subiu a minha camiseta e começou a chupar meus seios (meu ponto fraco) e percebi que o Paulo começou a se masturbar do meu lado, o meu tesão subiu demais com isso, o Paulo pegou minha mão direita e a pôs segurando o seu pau duro. Eu disse ;

    - “amor o Paulo pos o pau dele na minha mão”

    O safado me disse:  - “seja carinhosa com nossa visita amor”...

    Fechei os olhos e comecei a curtir o tesão, meu marido chupando meus seios, o Paulo com a mão entre minhas pernas e eu segurando um pau lindo e duro e comecei a masturba-lo pois ele me pedia baixinho em meu ouvido...

    Meu marido puxou minha camiseta o Paulo minha saia, em um instante eu estava nua, enquanto meu marido agora chupava minha xaninha e o Paulo dirigiu minha cabeça para seu pau, não pensei 2 vezes, comecei a chupa-lo com muita vontade.

    O pau do Paulo era enorme como o de meu marido (20cm e mais cabeçudo), ele disse novamente baixo para mim ;

    - “vem putinha, cavalga meu pau agora, vamos gozar safada”.

    Meu marido corninho disse:  - “vai amor, goza gostoso na pica dele”.

    O pau dele entrou forçando, embora eu estivesse toda molhada de tesão, meu marido vendo minha bundona empinada cavalgando o pau do meu amante, veio e começou penetrar seu pau no meu rabo, fazendo uma dupla penetração deliciosa, bastou algumas mexidas que o Paulo fazia com seu pau, me mandando para cima e me trazendo para baixo, enterrando tudo na minha xaninha, não aguentei e gozei demais, melando o pau todo dele, e até o sofá...rsss

    Eles não gozaram, então ficaram me fudendo muito gostoso sem parar, meu marido no meu cuzinho e o Paulo naquele vai e vem, percebi que iriam gozar, porque o Paulo me puxava com muita força de cima para baixo e meu marido começou a gemer gostoso e me fuder o meu cuzinho com muita força também e me chamar de puta gostosa.

    O tesão começou a subir novamente em minha cabeça, entrei naquele ritmo junto com eles e gozamos juntos.

    Foi maravilhoso, o Paulo prometeu que da próxima vez vai trazer sua esposa para participar da nosso safadeza.

  • Enviado ao Te Contos por Raely
  • comedordecasadas0

    Que deliciaaaaaas

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    npgal
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    …Mike…that was a really great date last night…did you have a good tug…while you watched?…Oh yes…HE will be back on Saturday night…HE was too big not to do again…

    …please enjoy our blog….like our pix…reblog them…but please leave our comments attached…that’s what makes it fun….Hubby and I thank you for your courtesy …

    comedordecasadas0

    Delícia linda gemendo na vara do macho

    casadoscontoseroticos

    MEU AMIGO QUERIA VER SUA ESPOSA SENDO PUTINHA DE OUTRO E ADOREI A IDEIA

    Oi, meu nome é Marcos e contarei aqui um fato interessante que aconteceu comigo. Como a vida nos proporciona algumas surpresas boas, de uma conversa de bar para uma loucura total.

    Meu amigo Pedro é casado com Ana e moram próximo a minha casa. Sempre saio pra beber com Pedro, e nessas saídas, conversamos sobre tudo, inclusive putaria. O nível desses assuntos chegou num ponto, onde dividimos experiências e contamos sobre fantasias que já realizamos ou desejamos realizar.

    Em um desses encontros, há uns dois anos atrás, Pedro me disse que estava preocupado, pois possuía um fetiche que nunca imaginaria que um dia teria. Eu fiquei ansioso em saber, pois para mim, fetiche é fetiche, não julgo nenhum, pois o que pode ser estranho para uns, para outros é a mais pura forma de prazer, eu mesmo tenho um não convencional, mas fica para o próximo conto rs.

    Enfim, ele me contou que depois de alguns vídeos caseiros que assistira na internet, começou a sentir tesão em imaginar sua esposa sendo comida por outro homem, na frente dele.

    Ele que sempre foi muito machista, foi pego de surpresa, pois dividir a mulher dele não passava por sua cabeça, ate aquele momento. Agora, Pedro quase gozava só de imaginar Ana sendo possuída por outro homem, sendo arregaçada por alguém roludo, tratando-a como uma verdadeira puta enquanto ele observava o deleite dela.

    Eu sou tarado assumido, na hora meu pau quase rasga a calça de tanto tesão, eu já me imaginei sendo esse cara que ele quer ver foder sua putinha. Mas logico que não falei isso pra ele, apenas dei corda para que me contasse mais sobre sua fantasia.

    Depois de algumas semanas, Pedro me contou que falou sobre sua fantasia com Ana e como foi sua reação (adoro as conversar com Pedro, ele é sempre muito detalhista rs).

    Pedro:

    Marcos, eu tomei coragem e contei pra Ana a porra da fantasia que tenho. SÉRIO CARA!

    Coloquei um pornozão para assistirmos, e dar aquela metida de costume. Sempre ponho uns vídeos para deixar Ana louquinha.

    Ela já me mamando, coloquei um amador, onde o marido trás em casa um amigo para foder sua esposa. Botei Ana pra sentar na minha rola de frente pra TV pra ficar levando pica e vendo a putaria na tela. Ela vendo do que se tratava o vídeo, ficou tão molhada que minha rola deslizava sem dificuldades. Eu comendo ela devagar e no vídeo, o amigo roludo arregaçava a mulher do corno. Falei:

    “E ai amor, está curtinho o vídeo? Pensou você no lugar dela? Duas rolas só pra você? Pode mamar enquanto senta em outro, pode ter os dois buracos sendo fodidos ao mesmo tempo, o que acha?”

    Nisso eu já estava com um dedo enterrado no cuzinho dela e ela urrando de tesão. No fundo sabia que Ana sempre teve a fantasia de dar para dois ao mesmo tempo.

    Vai vendo Marcos, ela me disse que já dava para dois, pois tínhamos um consolo de borracha em casa que sempre participava das nossas festinhas. Sempre fantasiávamos essa situação, como se o consolo fosse outro cara, tá ligado? Coloquei a filha da puta de frente pra mim, olhei nos fundos dos olhos dela, criei coragem e disse:

    “Quer ou não quer ter dois machos para você? Um socando nessa sua bucetinha melada e outro te enrabando gostoso.

    Responde putinha, têm vontade de rebolar em outra rola enquanto olha pra mim?”

    A menina é esperta Marcão, sabe que sou cabreiro, e suspeitando que fosse um teste para ver apenas a reação dela, ela me respondeu:

    “E você Pedro? Quer me ver sendo puta de outro macho? Esfregando minha buceta na cara de outro homem e dando sorriso safado para você? Pedindo rola? Tendo dois cacetes de verdade pra brincar? Quem ver outro macho me rasgando com força?”

    Ela falava e meu tesão aumentava, ela rebolava na minha rola, ai ela chegou bem perto e sussurrando baixinho, continuou:

    “E quando outro estiver me fodendo? Me botar pra chupar rola? Eu gemendo gostoso num caralho diferente, você vai ficar olhando, ou os dois irão me comer juntos, igual o vídeo?”

    Mano, manooooo… Eu pirei. Ela subia e descia no meu pau me olhando com cara de safada, puta, vadia e o caralho a quatro.

    Não aguentei, botei a safada de joelhos e esporrei na cara dela, meu cacete estava quase quebrando de tesão. A desgraçada ainda me dava sorrisinhos safados, passava o dedo na porra que caiu nos peitos e chupava depois.

    Ficaram com tesão??? Agora imagine eu, que ouvia tudo aquilo e babava. O pau babava mais que minha boca. Eu tentava disfarçar o pau duro, mas não conseguia muito. E modéstia a parte, tenho uma rola bem grande e grossa.

    Nisso Pedro percebeu que eu estava pirado na historia dele, eu estava a ponto de ir ao banheiro do bar pra bater uma.

    Ele me encarou por um instante e riu, e não disse mais nada. Fomos embora e vida que segue.

    Passado dois meses, após um dia de futebol, Pedro me convidou para almoçar em sua casa. Normal,

    aceitei. Fomos conversando no caminho assuntos normais até que ele me solta essa:

    “E ai Marcos, está com fome? Hoje você vai comer bem.”

    Eu dei uma risada meio sem entender e tal, mas na hoooora veio a imagem de Ana em minha cabeça. Não é nenhuma panicat, mas é como uma mulher deve ser. Loira, olhos claros, estatura mediana, peitos convidativos e uuuuma raba, amigo, que rabeta ela tem, impossível não a imaginar de quatro rebolando em minha rola.

    Assim que chegamos, ela foi nos receber. Aaah Ana, que mulher.

    Estava usando um shortinho largo, aparentemente sem calcinha e uma camiseta branca. Ana é sempre muito simpática, um sorriso encantador. Sentei na cadeira e ela já se prontificou a nos servir uma cerveja bem gelada.

    Pedro disse que iria tomar banho e que era pra eu me sentir em casa e comer o que eu quisesse. Será que eu estava sonhando? Eu estava entendendo certo? Não queria um mal entendido e abusar da esposa dele por engano.

    Eu estava maluco, pau já estava marcando novamente no calção, impossível de esconder. Ela sentou no sofá e me disse:

    “Vocês estão bem suados, quando o Pedro sair do banho, quer tomar um também? Se bem que se não estiver cheirando mal, cheiro de homem me deixa doida.”

    Eu travei, mas decidi entrar no jogo e ver ate aonde iriam. Disse:

    “Poxa, até que gostaria, mas eu não trouxe roupa, tomar banho e colocar a mesma roupa suja é desagradável?”

    Ela se levantou (percebi então que estava sem sutiã) deu um gole em minha cerveja e disse:

    “Mas quem disse que eu quero que você vista alguma roupa?”

    Eu arregalei os olhos, mas não deixei barato. Segurei firme na cintura dela e disse:

    “E o Pedro? O que ele vai achar de me ver pelado aqui?”

    Ela:

    “Ele me disse pra cuidar bem de você, te dar cerveja, te dar um banho e quem sabe… Te dar muito mais.”

    Eu levantei e a abracei por trás, joguei o cabelo dela para o lado e comecei a cheirar aquele pescoço delicioso. Trouxe-a

    pra bem perto de mim para que pudesse sentir o volume com a bunda.

    Minha mão deslizou facilmente para dentro do short dela, buceta lisaa, sem um pelinho se quer pra contar historia. Meu irmão, quando meti a mão no meio da buceta da Ana, fui até o paraíso e voltei. A buceta mais melada que eu já vi em minha vida, aquele mel era interminável, chegava a escorrer pelas pernas. Eu dedilhava o grelinho dela enquanto a beijava no pescoço quando de repente o Pedro aparece.

    Pedro:

    “Opa Marcão, não perde tempo né? A Ana está cuidando bem de você?”

    Eu:

    “Muito. Que mulher cheirosa você tem, que buceta deliciosa.”

    Nesse momento Ana já tirava minha camisa e meu short, me deixando apenas de cueca com o caralho querendo sair. Pedro se aproximou e deixou a esposa completamente nua, meteu o dedo no mel da buceta dela, colocou perto do meu nariz para que eu cheirasse e disse:

    “Tome um banho Marcos, Isso tudo aqui será seu hoje. Ana te dará um banho e depois quero ver se você sabe fazer uma mulher virar puta.”

    Ela foi andando pelada ate o banheiro e eu atrás, pau completamente duro, Pedro acompanhou Ana cochichando em seu ouvido e alisando a bunda maravilhosa que só ela tem. Ana se agachou e tirou minha cueca, meu pau saltou pra fora conseguindo a liberdade tão sonhada. Ela olhou espantada pra ele e depois olhou para o marido e disse que ele sabia escolher muito bem. Ela apertou meu pau bem forte, ate que uma gota de baba saísse dele. Deu uma lambida olhando para mim e disse que queria muito mais.

    Teve um momento em que ela tentou engolir meu caralho todo, mas não conseguiu. Levantei Ana e entramos pra debaixo do chuveiro. Ana me deu um belo banho, lavando meu cassete com bastante espuma, olhava pro Pedro que se punhetava com a cena da sua esposa dando banho em outro macho. Ela me lavou todo, depois eu que dei um banho safado nela. A coloquei encostada à parede e lavei sua bundona e sua bucetinha por trás, brinquei com a mangueirinha do chuveiro, lançando jatos no grelinho duro e no meu cuzinho dela, ela adorava, estava muito putinha, e olhava pro Pedro sorrindo, que sorria feliz, vendo a esposa sendo putinha de outro. Saímos do banho e fomos pra sala, Pedro já tinha preparado o ambiente, luz baixa, ar condicionado em uma temperatura agradável, pornô amador rolando na TV.

    Comecei a beijar Ana, demoradamente, alisando-a toda e ela pendurada em meu pescoço, roçando a xota no meu pau. Coloquei-a de costas e bati com a rola em sua bunda. Ela logo se ajeitou para ficar de frente para Pedro, pra ele poder ver tudo que eu estava fazendo com sua esposinha. Eu roçava minha rola grossa na buceta ensopada dela e dava meu dedo para ela chupar, ela sugava ferozmente meus dedos. Gemendo ela me disse:

    “Quer que eu seja a sua putinha? Vem, me fode, mostra pro Pedro como se acaba com uma buceta.”

    Como estávamos de frente pro Pedro que estava sentado no sofá, me abaixei e fiquei com o rosto na bunda dela. Comecei a chupar aquela buceta por trás, e ela abria as pernas e empinava a bunda. Pra facilitar a chupada, abria com as mãos aquele rabão espetacular. Eu a segurava pelo quadril e com a língua dura alternava entre a buceta e o cu, ela delirava com aquilo, eu esfregava a cara na bunda, lambia o reguinho, beijava a buceta e o cu, beijava a bunda toda e depois beijava o cuzinho outra vez, enfiando a língua nele, o Pedro ficou de pé no sofá e deu a rola para ela chupar. Ela chupava com gosto o pau do marido, ele gemendo, chamando-a de puta safada, a mandando olhar pra ele com o pau na boca, chamando-a de vadia, de sem vergonha, e ela arreganhada com um macho a chupando gostoso e chupando o marido. Eu levanto e começo a encher aquele rabo de tapas, Pedro pega no pau e começa a bater no rosto dela com a rola, ela gemendo de tesão fala para nos dois:

    “Aiiii caralho que tesão, quero ser puuuutttaaaaaaaa, podem me bater, quero apanhar dos meus machos , quero chupar os dois juntos, quero esses dois caralhos na minha boca agoooooraaaaaaa.”

    Ela sentou no sofá e segurou as duas picas, chupou com tudo, abocanhou primeiro o meu, chupou com carinho, de olhos fechados, batia na linguinha e no rosto, lambeu ele todinho, deu mordidinhas sacanas, colocou o caralho na boca e deu voltas com a língua na cabeçona, engoliu ate onde pode, chegando a engasgar, cuspiu na pica e espalhou a saliva no pau todo punhetando depois. Ela ria pelo fato de estar conseguindo deixar dois machos malucos de tesão, Pedro esfregava a rola em seu rosto e ela engolindo meu pau, engasgava e cuspia, deixando a baba descer pelo queixo e tetas, melando também as coxas de baba de puta. Depois deu um trato especial no pau do marido, engoliu e babou todo, comigo dando pirocada na cara dela, os dois malucos e ela mais ainda. Nos levantamos, sentei no sofá e disse:

    “Senta aqui gostosa, senta na rola, quero te comer agora, vêm se entregar pro teu macho, quero arrombar essa bucetinha cheirosa, quero te comer bem gostoso.”

    Ela se ajeitou em meu colo, colocou os dois pés no sofá enquanto eu segurava a rola dura pra cima. Apoiou-se em meu ombro e encostou a bucetinha na cabeça inchada do meu pau. Ela colocou só a cabecinha, o mel escorria da buceta para meu pau, que visão, que loucura. Ela fechou os olhos e foi descendo beeem devagar, saboreando cada centímetro do meu pau, sentindo que quanto mais descia mais minha rola a abria no meio. Ela sentou ate encostar nas bolas, me olhou e sussurrou em meu ouvido:

    “Me fode meu macho gostoso.”

    Ela começou a subir e descer no pau freneticamente, sua buceta engolia 20 cm de rola na maior facilidade. Eu me segurava pra não gozar, não poderia fazer feio, mas ela conseguia sugar minha rola com aquela buceta apertada e carnuda. Ela gemia e dizia:

    “Come, come, fode minha buceta seu filho da puta, fode gostoso sua puta, quero rooolaaaaa, me foooodeee me faz puutaaa, fode, fode com tudo, macho pirocuudooo. Tá gostando? Tá? Tá gostando de comer a esposa do amigo? Tá gostando de me foder? Por que eu tô adoraaaaaaaaaannnnnddoooooooooooo, quero roolaaaaa quero picaa na buceeeetaaa.”

    Eu a puxava com força pra baixo e falava:

    “Caaralhooo que bucetinha macia, que putinha gostoooosaa, quero te comer toda, pula na rola, pula putinha safada, mostra que você é puta, mostra.”

    Ela dava aquela buceta encharcada com gosto. Ela olhou pro Pedro e disse:

    “Tá gostando meu amor? Tá gostando de me ver sendo comida por outro? Tá achando bom ver sua esposinha sendo puta de outro? Me ver sentada com um pau enterrado na buceta? Me fala meu amor.”

    Pedro meteu o pau na boca dela, ela chupava a rola e depois o saco. Nisso eu vejo ela se tremer toda, gozando deliciosamente em minha rola, chorando gostoso e tendo espasmos (a buceta dela mordia meu pau enquanto gozava).

    Pedro falava:

    “Estou adorando te ver fodendo com o Marcos e gozando na rola dele, quero te ver feliz na rola de outro macho, quero ver você sendo putaaaaaa, sendo vagabunda, que tesão, quero te comer também, deixa eu comer essa buceta arrombada por outra rola, você agora têm dois homens pra cuidar, você agora é duplamente puta.”

    Ele a puxou e a deitou de frente pra ele no sofá, colocou almofadas no chão e ela abriu as pernas o máximo. Eu ajudava Ana a abrir as pernas pra ficar bem arreganhada. Ela adorando ser tratada como uma puta. Pedro veio e meteu o pau na buceta e começou a bombar, ela delirando. Fiquei de joelhos e dei a pica pra ela mamar, mamou a rola com gosto, não demorou nada e já estava dando gritinhos de gozo novamente. Fiquei em pé no sofá com a rola na cara dela, ela se ajeitou pro Pedro continuar comendo a xota. Segurei-a pelos cabelos e comecei a comer sua boca, bem devagar, enfiando o pau até onde ela aguentava, ate engasgar. Adorávamos ver Ana sendo uma puta safada em nossas mãos, fazendo tudo.

    Revezamos. Agora eu quem fodia a buceta de Ana e Pedro ajudava a esposa a arreganhar as pernas para outro homem. Ana me empurrou pra trás, sentou em meu colo e me arreganhava as costas toda, louca de tesão. Peguei Ana no colo e a levei para o quarto sem tirar a rola de dentro dela. Pedro fez questão de tirar uma foto com o celular de minha rola sumindo dentro da buceta lisa dela.

    Fomos pro quarto, no corredor parei para fode-la um pouco em pé, em frente ao espelho. Ela estava toda descabela e com a bunda toda vermelha de tapas. Ela me olhava pelo reflexo do espelho e dizia baixinho:

    “Me leva pra cama, me come na minha cama, quando meu marido me comer lá e usar nosso brinquedinho, vou lembrar de você .”

    Já no quarto, deitei com ela na cama que sem demora veio por cima de mim, sentava e rebolava entalada na minha rola grossa e quente. Ela me dava tapas na cara e dizia que era minha puta e acabou gozando outra vez, ela estava fora do corpo. Ela ficou meio desfalecida como se quisesse descansar. Já a coloquei de quatro e soquei minha vara na bucetinha babona dela. Nesse momento reparo que Pedro esta num canto do quarto, nos observando com a rola na mão, se punhetando em êxtase. Ana toda safada olha pra ele e diz:

    “Vêm cá meu marido, vêm ver sua esposa levar rola na nossa cama, me dá sua piroca pra eu chupar, vêm me fazer putaaaaaa, vêm me fazer puta de vocês.”

    Ela se arreganhou toda, empinando aquele rabão branco. Dei meu dedão pra ela lamber e comecei a acariciar seu cuzinho. Ela piscava aquele cu lindo e urrava de tesão.

    No auge do tesão ela falou pro marido:

    “Quero dar meu cuzinho pro Marcos amor. Quer ver sua esposa sendo enrabada por outro? Quero levar pau no cu, quero ser enrabada por ele, fala pra ele me enrabar com carinho e depois com força, manda ele me encher o cu de porraaa, quero sentir esse caralhão no meu cuzinho safadinho, deixa ele comer esse cuzinho que é só seu .”

    O Pedro pegou o KY na gaveta e Ana sorriu me olhando safada. Empinou a bunda mostrando o cuzinho que eu iria comer naquele momento. Dei um beijo nela sem tirar o pau da buceta e disse o quanto ela estava sendo uma puta e que eu estava adorando.

    Pedro chegou com o KY, peguei um pouco para passar no pau e ele lambuzando o cuzinho dela, deu aquele trato. Enchia de gel, passava um dedo, colocava dois e ela revirando os olhos. Ela com a cara na cama arreganhava a bunda, pedindo rola no cu. Ela falava enquanto gemia que queria rola no cu, queria ser puta dos dois.

    Ela Falava isso enquanto se masturbava, queria levar porra de seus machos. Fiquei em pé e encaixei a cabeçona no cuzinho dela que logo deu um grito:

    “Calma filho da putaaaa, calma com meu cu, tá doendo caaaaraaaaaalhoooooooo, sua cabeça é muito grande, não tira não, mas vêm devagar porra.”

    Fui metendo o pau bem devagar, sentindo aquele cu apertado me mordendo. Ela tentava ir pra frente, mas eu não deixava, segurava firme em seu quadril e a trazia de volta. Ela gemia de dor e de prazer. Pedia a todo o momento para eu lhe fazer uma puta, uma vadia, e sempre olhando para Pedro.

    Pedro pediu para que eu saísse, para que desta vez, ele comesse o cu de sua putinha, ou melhor, nossa putinha. Ele meteu o pau todo nela, o caminho já estava aberto. Pedro a enrabava enquanto a gostosa esfregava o grelinho, gozando outra vez. Revezamos mais uma vez quando ela falou:

    “Pedro, vem gozar na cara de sua puta enquanto meu outro homem me fode.”

    Eu bombava com mais força e Pedro punhetando na frente de Ana. Ele não aguentava mais, e nem eu. Ele esporrou na cara da safada, deixou o rostinho de princesa dela todo lambuzado de porra. Eu disse que ia gozar também, não aguantava mais segurar. Numa rapidez só, Ana se virou, se ajoelhou em minha frente e disse:

    “Seu leite eu quero na boca, não quero desperdiçar uma só gota.”

    Ela segurou meu cacete com firmeza, chupava e punhetava ao mesmo tempo. Que boca maravilhosa ela tem, língua macia, parece que nasceu para fazer boquete. Chupava a cabeça que pulsava de tesão, lambia meu saco enquanto me punhetava. Pedro assistia aquilo maravilhado, sua fantasia estava sendo realizada, ver sua esposinha querida sendo puta de outro homem, sendo arrombada por outro caralho, e agora, tomando leite de outro macho, tudo isso na frente dele. Ele não encarava aquilo como traição, mas sim, como uma forma diferente de sentir e dar prazer.

    Ela deu uma sugada tão forte em meu pau, agarrei aquela deliciosa pelo cabelo e segurei com força. Quer leite sua vadia? Então tome. Gozei fartamente e com muita força. Certeza que ela iria engasgar. Me enganei, Ana sugava tudo, com a boca cheia de porra chupava meu pau. Pedro chegou do meu lado e Ana começou a chupetar os dois caralhos. Toda cheia de porra, cara de puta safada. Todos nos estávamos delirando de tanto tesão, o quarto cheirava a sexo. Ana se sentia realizada por ter sido fodida por dois homens, arrombada, comida como se deve ser comida, Pedro pelo fato de realizar seu desejo de ver a esposa sendo possuída por uma rola diferente, e eu, ahhh eu estava maravilhado, sempre tive tesão em Ana, vaaaarias punhetas pensando nela, pensando nas historias que meu amigo me contava nos bares da vida, agora comendo a safada, deliciosa, maravilhosa, melhor buceta, melhor cuzinho e melhor boquete que já vi.

    Ficamos bem cansados e fomos tomar banho, os três juntos. Vesti minhas roupas sujas do futebol, dei um beijo no rosto de Ana, como se nada tivesse acontecido, me despedi do Pedro e fui embora.

    A partir desse dia, eu não seria apenas o confidente de Pedro, mas sim, o outro macho de sua mulher. Da porta pra fora da casa de Pedro, é como se nada tivesse acontecido, da porta pra dentro…

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    Comentários

    alexandreecleo

    Que estoria

    casadosquerendosexo

    Sonho com isso!!