@prazervisivel
observatório de fetiches
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2020-04-10 09:39:51

    De joelhos...

    [Conto Erótico] [Baseado em desejos]

    De passagem a trabalho em uma cidade vizinha a dele, ela sugere um jantar. Ele topa. Afinal, com tanto flerte e tantas horas de conversa pelas redes sociais, era inevitável que se conhecessem.

    Daniel chega ao hotel e é anunciado.

    Gabriela orienta a recepção a deixá-lo subir. Ela estava acabando de se arrumar.

    Apreensivo, Daniel chega ao número do apartamento indicado na recepção e percebe que a porta está apenas encostada. Mesmo assim acha mais prudente bater à porta e aguardar por uma autorização para entrar.

    - "Toc, toc, toc"...

    Após alguns instantes, sem ouvir nenhuma resposta, tenta novamente:

    - "Toc, toc, toc"...

    Nada de respostas novamente. Entendeu que entendeu que Gabriela estaria terminando de se arrumar no banheiro. A porta encostada devia ser um convite.

    Ele entra, cuidadosamente, se vira e fecha a porta enquanto anuncia sua entrada, para que quem estivesse no banheiro conseguisse ouvir:

    - Gabi, estou entrando. Com licença!

    Quando termina de fechar a porta, ao invés de um vazio silencioso, ele percebe uma risada sapeca, tão baixinho que parecia sussurros.

    Ao fechar a porta e caminhar em direção as poltronas, percebeu uma maravilhosa mulher sentada à beira da cama.

    Gabriela vestia uma lingerie delicada e sensual.

    Uma calcinha preta, com rendas de fios tão delicada, que pareciam uma obra de arte cuidadosamente pintada sobre aquele belo corpo. O soutien, também de renda, com uma charmosa transparência anunciava o espetáculo que se escondida por trás dele.

    Descalça, cabelo ainda úmido do longo banho que ela tomara para relaxar um pouco, antes de Daniel chegar, após um longo dia de trabalho.

    Seu olhar combinava um deboche ao ver aquele homem entrando em seu quarto, com os cuidados de um menino, para não constrangê-la.

    - Oi, Dani...

    Fala ela com voz provocante e um sorriso intimidador.

    - Oi, Gabi!

    Responde ele, enquanto caminha, meio sem graça, em direção a sua "amiga virtual".

    Ele se curva para cumprimentar Gabriela.

    Ela permanece imóvel na cama, com seu corpo levemente inclinado para traz, apoiado em seus dois braços que ela despretensiosamente apoia na cama, como quem sabe que será admirada.

    Ainda sem jeito pela situação inusitada, Daniel avança sobre o corpo de Gabi e a beija no rosto...

    - Sério "Dan"? Viajei 12 horas, para me beijar no rosto?

    Ainda mais sem graça, Daniel abre um sorriso desajeitado, pede desculpas e lhe dá um ardente e lento selinho, encaixando seus lábios nos lábios dela. Um encaixe perfeito que traduziu toda a intimidade criada por esses meses de amizada virtual.

    Se olham por mais alguns instantes, como se tentassem acreditar que aquele encontro estava finalmente acontecendo.

    - Desculpa, Gabi!

    Suplica Daniel.

    - Cala a boca!

    Responde Gabi, sorrindo, enquanto alcança um travesseiro.

    - Ajoelha aí...

    Ordena Gabi apontando para o travesseiro...

    Enquanto Daniel se ajoelha, ela alcança seu rosto com a mão esquerda. Acaricia sua bar, desliza a mão pelo rosto com queixo marcado, que mistura um olhar leve de um jovem quando sorri, com a seriedade e sensualidade se um homem quando a encara.

    Ela se aproxima, e o segura pelo rosto, o puxando contra si.

    Um beijo ardendo e especialmente molhado se prolonga por meio minuto, que parecem uma eternidade naquele momento.

    Ambos entrar em um êxtase de sintonia interrompida por Gabi, que se afasta lentamente, olhando nos olhos excitados de Daniel. Mas não sem antes deixar muita saliva, em um incrível beijo de Rainha...

    - Você precisará ficar com a boca bem molhada daqui para frente.

    Provoca Gabriela, enquanto puxa sua delicada e sensual calcinha de lado, deixando a mostra um "pau" delicioso!

    Daniel fica maluco, e seu próprio pênis dá sinais de que não aguentará ficar naquela calça muito tempo.

    Alternando entre o olhar nos olhos de Gabriela, e observar atentamente o movimento que ela fazia com a calcinha, Daniel toca Gabi, esfregando suas mãos lentamente nas belas coxas, e naquele pau ainda "amassado" devido a sua acomodação na calcinha. Devagar ele o segura e leva em direção a sua boca.

    Com a língua repousando sobre seus lábios, Daniela permitia que o pau da Gabriela, deslisasse para dentro da sua boca, em seguida fechando seus lábios macios naquele lindo pau.

    Não precisou de muito tempo para que Gabriela crescesse na boca do Daniel e com pouco esforço alcançasse sua garganta.

    Gabriela ia ao delírio cada vez que, lentamente, ela sentia seu pau deslizar pela língua de Daniel, até encontrar sua garganta e impor a ele pequenos engasgos que deixavam seu pau ainda mais molhado e sua vaidade ainda mais aquecida.

    Aquele pau que parecia crescer em sua boca e, a cada nova chupada, se mostrou a Daniel o pau perfeito, que atendia a todas as suas predileções: Um pau médio. Menor do que aqueles que machucam, maior do que aqueles que mau alcançam o cu. Um pau de tamanho perfeito, um pau anatômico.

    Percebendo que naquele ritmo ela gozaria rápido demais, Gabriela coloca a mão na cabeça de Daniel e o empurra, livrando seu pau daquela deliciosa boca que a chupava.

    Levantou da cama e caminhou, para trás de Daniel.

    - Esse travesseiro está confortável?

    Perguntava ela enquanto tirava a camisa do Daniel, o abraçando por cima de seus ombros e abrindo um botão de cada vez.

    Assim que tirou sua camisa, como em uma coreografia bem sincronizada, Gabriel empurrou Daniel contra a cama, o fazendo cair apoiado onde antes ela se exibia para ele.

    Passando uma mão em suas costas, e com a outra passando por trás de Daniel, no meio das pernas. Gabriela segura forte o pênis já extremamente duro de Daniel e o puxa para cima. Com a facilidade de quem ajeita a posição de uma cadeira, Gabriela fez com que Daniel ficasse de quatro, com a bunda empinada como ela queria.

    Daniel ficava mais excitado e mais ofegante.

    - Respira, Dan... Agora você precisa relaxar.

    Gabriela o provoca, enquanto abre o cinto de Daniel. Que usa para amarrar seus punhos juntos.

    Sem ter (nem querer) reagir, Daniel sente sua calça senso abaixada e acomoda na dobra de seu joelho.

    Totalmente dominado, sente uma língua molhada e quente o "preparando" para ser comido.

    No auge de seus 23 anos, a juventude de Gabriela é implacável. Começa a passar seu pênis no cuzinho de Daniel.

    - Está me sentindo no seu rabinho? Relaxa ele pra mim...

    Desafiou Gabriela.

    - sssssssss....

    Suspirou Daniel, ao sentir a primeira tentativa de Gabriela te penetrar...

    - huuuuuummmmmm... Aaaaarrggghhhh...

    Gemeu e urrou, Pedro, levando seu corpo até sua cintura encostar no colchão e ele não ter para onde ir... Enquanto Gabriela de uma vez só enfiava aquele pau já ereto e inchado de tesão.

    - Te machuquei?

    Pergunta Gabriela, debruçada nas costas de Daniel, imóvel, com o pau todo dentro dele...

    - Não, só doeu um pouco. Entrou tudo de uma vez...

    Resmungou Daniel, com sua voz quase abafada por sua respiração ofegante.

    - Desculpa, agora vai ser devagarinho...

    Prometeu, Gabriela. Que a partir daquele momento, o comeu por mais um ou dois minutos minutos, dando fortes estocadas em Daniel.

    Ela recuava seu quadril devagar e enfiava com força, arrancando um gemido de Daniel a cada nova investida contra seu rabo...

    - huuuum... Huuum...huumm...hum.. huum

    Com o cu latejando em frenéticos movimentos de contração e relaxamento, Daniel parecia desafiar Gabriela que estimulava a próstata dele colocando cada vez mais fundo..

    De repente, ela tira seu pau de dentro dele, corre para a cama onde estava apoiado Daniel, e cumpre uma antiga promessa dos tempos de conversas por redes sociais... ENCHE A CARA DELE DE LEITE!

    Lambuza ele todo. Daniel tem esperma na sua testa, nariz, boca e ainda é obrigado a chupar aquele pau todo lambuzado. Ele chupa sem nenhum sacrifício. É o prêmio que ele esperava pela sua performance anal...

    Gabriela bate com o pau no rosto de Daniel, e o provoca... Quando finalmente ela para de gozar e seu corpo busca o relaxamento após o orgasmo. Gabriela solta as mãos de Daniel. Imaginou que ele queria se limpar...

    Assim que tem suas mãos desamarradas Daniel a surpreende. Passa a mão em seu rosto, retirando o esperma que Gabriela fazera questão de deixar no rosto dele. Passa na boca dela, e emenda com um beijo excitado...

    - Você gozou...agora é a minha vez..

    Disse ele enquanto segurava os cabelos dela pela nuca, dominando seu corpo e masturbava o já sensível pênis da Gabi, arrancando dela os primeiros gemidos daquela longa noite...

    Em breve contarei como tudo terminou...

    Meus seguidores héteros

    Todos que me seguem sabem que sou bi e que não faço distinção das formas de prazer que existem. Fico com mulheres, homens e trans, o que importa é sentir MUITO PRAZER!

    Aqui no Tumblr, apesar de nunca ter saído com ninguém, descobri uma forma de entrar em contato com pessoas que pensam como eu. Nesse caminho, com posts regulares e muitas vezes contando minhas aventuras sexuais, acabo recebendo muitos nudes, vejo pelo menos 3 rolas por semana, dos mais diversos tamanhos e formatos, uma verdadeira vitrine, mas o que me chama atenção é a quantidade de "héteros" e casados que flertam comigo (acho delicioso).

    E isso tem me deixado com uma vontade deliciosa de foder um hétero outra vez, já faz, pelo menos 1 ano que não como um. Mas estou com vontade de durante algumas horas, fazer deles a maior putinha do universo.

    Com homens héteros, sou extremamente dominador, gosto de borrar todos os limites da masculinidade deles.

    Coloco homens de 4, faço eles pedirem minha rola, faço darem beijinhos na minha glande, como se estivessem começando um namoro com meu pau.

    Dependendo do macho, gosto de vê-lo de lingerie, os faço desfilar para mim, dar voltinha, engatinhar, miar, latir, lamber meu corpo.

    Os assusto quando sento no rosto deles com meu cu bem na boca, mando eles me darem beijos gregos por muitos minutos. Jogo todo o machismo da sociedade na cara deles, faço com que eles me falem que são "Machinhos de malandro, que apanham e pedem mais", e para cada vez que dizem isso, lhes acerto um tapa no rosto, não chega a machucar, mas ficam com a bocheche vermelhinha, parecendo que se maquearam só para virem ser minhas menininhas.

    Quando finalmente chega a hora de me sentirem entrar dentro deles, os coloco de 4, puxo a rola deles para trás e mando que fechem as pernas. Olhando de frente, parece que eles têm uma bucetinha virgem, olhando de 4, parecem umas cadelinhas com o rabinho entre as pernas. E é nessa posição que eles sentem meu pai entrar naquele rabo pela primeira vez.

    Eles respiram fundo, ficam ofegantes, não querem parecer frágil. Meto mais forte, mais fundo e mais rápido. Até eles gemerem, gritarem. Alguns deixam as lágrimas rolar, pergunto se quer que eu pare, mas machinho não gosta de dar o braço a torcer, então eu continuo.

    No final de tudo, minha porra vira base de pele, espalho pelo rosto deles, os faço lamber minhas mãos.

    Quando é realmente a primeira vez deles com um homem, vão para o banheiro, ficam resignados, sentidos, falam pouco, querem ir embora logo, bloqueiam nas redes, no whats e somem. Não passa dois meses, com a bundinha recuperada, voltam querendo mais, mas não conseguem, nunca saio duas vezes com hétero machinho, a eles só dou a lição do prazer incondicional, agora eles que dêem o braço a torcer e vão em busca do que querem.

    [conto erótico] [psicologia aplicada]

    Joyce, é uma psicóloga na casa dos 40 anos, atende seu paciente Carlos, recém casado, de 30 anos.

    Carlos faz terapia por insistência da esposa que quer acalmar Carlos.

    Carlos é diretor contábil de uma grande empresa. Sua carreira está em ascensão. Na empresa Carlos é conhecido como um grande profissional e muito dedicado. Porém, Carlos cobra que seus funcionários sejam tão bons quanto ele. O problema é que Carlos exagera na agressividade.

    Carlos chegou em casa depois de um dia de trabalho, estressado, tratou mal sua esposa, uma resposta atravessada e um copo no chão da cozinha. No banho Carlos é interrompido por sua esposa que o coloca para fora de casa.

    Joyce recebe uma ligação as 23:00 de uma terça-feira. Atende Carlos que pede para ela atendê-lo em uma emergência. Ela percebe a aflição de Carlos e o manda esperar na portaria do prédio.

    Ela chega, Carlos entra no carro e começa a contar de suas frustrações profissionais. Conversa vai e conversa vem, chegam a um bar.

    Rua discreta de Moema, manobrista na porta, corredor estreito até o balcão da recepção. Lá dentro pedem uma bebida e conversam como amigos. Instigado pelas perguntas da terapeuta e solto por estímulo da bebida, Carlos conta que não transa com sua esposa há pelo menos 5 meses, e que esse foi o estopim para a discussão, sua esposa o teria cobrado. Porém Carlos disse que tem saído com uma amiga dos tempos de escola. Em determinado momento, o que parecia um bar, recebeu no corredor principal, um show de striptease, o primeiro a se apresentar foi um homem.

    Ao ver o dançarino completamente nu, Carlos se exalta e diz que vai embora. Joyce, o proíbe, diz para ele relaxar que ela iria até o banheiro e na volta iriam embora.

    Passados, mais de 30 minutos, ele resolve ir ver o que aconteceu. Se dirige ao fundo do bar, onde há um corredor que Joyce usou para chegar ao banheiro.

    Para sua surpresa, no final do corredor, haviam salas escuras, pessoas se agarrando em grupos no sofá. Assustado ele volta para a frente da casa, onde há um fumodromo. Já com o cigarro na boca, ele percebe uma cortina de fumaça se aproximando de seu rosto e uma ordem: Guarde o cigarro, vamos entrar.

    Levado novamente ao fundo da casa, carlos foi colocado nu em um cubículo, com dois furos na porta, por onde mãos entravam para explorar seu corpo, enquanto Joyce segurava suas vestes pelo lado de fora.

    Impaciente com aquilo, gritou pelo nome da sua terapeuta, que nervosa adentrou o cubículo, jogou as roupas de Carlos no chão, o deu um tapa no rosto e o mandou ajoelhar. Sem entender o porque, Carlos se ajoelhou, segurou suas roupas com a boca, e quando se deu conta, andava nu, engatinhando atrás de sua terapeuta, que o conduziu até entrarem em um quarto com uma parede vazada, onde dezenas de pessoas assistiam a cenas de sexo explícito.

    Joyce mandou Carlos subir na cama, o mandou ficar de 4, com as mãos para traz e apoiado com a cabeça na cama. Naquela posição, passou a levar diversos tapas, orientados por sua terapeuta que o alertou:

    - Podemos ir embora a hora que você quiser, sua frase de salvação é: "Eu amo a minha esposa". Mas você terá de gritar para todos ouvirem.

    Com os olhos cheios de lágrima, Carlos, um jovem vaidoso recebeu mais de 50 tapas em sua bunda, depois Joyce o levou para um sofá que havia no meio do corredor. Dezenas de pessoas passavam, para lá e para cá, o vendo receber carinho em sua bunda ferida pelos tapas que levou. Quando estava bastante relaxado, percebeu que os carinhos que antes passavam ardendo por cima de suas feridas, agora eram "centrais". Sua terapeuta estava alisando seu anus.

    Alguns minutos depois, Carlos já se esforçava para segurar os gemidos, enquanto Joyce o penetrava com seu dedo do meio.

    Até que ela foi longe demais. Mandou um homem que passava, tirar as calças e passar o pau no rosto de Carlos, que finalmente disse a frase que o libertara das humilhações.

    No caminho de volta para casa, Carlos sugere que ambos vão para um motel. Ele achou que "merecia" depois de ter aceito tudo aquilo. Joyce não titubeia, aceita o convite e entra com o carro no motel.

    Quando descem do carro, uma nova surpresa, Joyce o manda tirar toda sua roupa e sentar com a bunda no chão da garagem. Sem entender, Carlos aceita. Ela entra no quarto e fecha a porta. Intrigado, depois de 10 minutos, Carlos levanta e se dirige ao quarto. Encontra Joyce de cinta liga, salto alto e um consolo preso a um cinto.

    Até hoje, não se sabe ao certo o que aconteceu, mas Carlos continua se tratando semanalmente com Joyce, e sua esposa diz que eles nunca mais discutiram, depois que dormiu fora, Carlos se tornou uma Lady.

    Eu acredito

    Pouca gente sabe, mas uma das formas que as mulheres usaram para enfrentar o pateiarcado, foi fumando um cigarro.

    Há dezenas de anos, as mulheres não tinham direito a educação, trabalho e voto. Eram verdadeiras escravas dos pais e maridos. Então aos poucos, mulheres se levantaram contra essa regra social. As primeiras a conseguirem foram as mulheres ricas, essas por seu status social, eram mais ouvidas, e nas rodas de negócios e conversas, o cigarro era um indicador de poder, seriedade e imposição. As mulheres em suas posições submissas, não podiam fumar.

    O cinema veio e passou a retratar mulheres fortes, independentes, seguras, dominadoras e sensuais, sempre com um cigarro.

    A moda pegou, e não por acaso, muitas mulheres começam a fumar em momentos que lhe inspiram força, independência e desafio. Geralmente é em meio a pessoas mais velhas, em situações como quando se quer se parecer madura, enturmando com gente mais velha na escola, tentando parecer madura e as vezes sensual na balada, quando começam a trabalhar etc.

    É óbvio que isso é inconsciente, o cinema colocou isso nas mulheres, e o cinema colocou no meu subconsciente o poder. Virei um admirador, sei observar parte da personalidade da mulher, pela forma como ela segura o cigarro, como ela se comporta com ele na boca, e até pela forma como ela solta a fumaça. Se reparar bem, dá pra saber se ela está nervosa, ansiosa, preocupada, triste, eufórica, excitada, feliz etc.

    Repare em como é diferente, quando fumam no meio da tarde, no stress do trabalho, e como fuma quando está no bar com as amigas, rindo da vida e tomando sua cerveja

    Sou um grande admirador de mulheres fortes e independentes. Me excita vê-las seguras de si. Não sou fumante (só as 4:20), e sei dos males do cigarro. Não acho que toda mulher precisa fumar para transmitir tudo que eu disse, inclusive minha namorada não fuma, mas não há como negar a sensualidade que envolve uma mulher quando ela domina seu cigarro e principalmente, suas emoções.

    Agora, na sociedade atual, no sexo as mulheres mostram poder, submetendo os homens as suas vontades, isso é melhor ainda. Não sei como descrever a perfeição do que eu sinto quando no primeiro encontro a mulher coloca a buceta na minha boca e me faz chupa-la até ficar satisfeita, ou sem perguntar nada, penetra com os dedos o ânus do cara, sem falar nada... AMO essas mulheres, se enquanto fazem isso. Se estiverem fumando então... Huuummmm.

    O EX DA MINHA NAMORADA (Conto erótico)

    O cara mora no interior, veio fazer uma prova em SP e minha namorada combinou de irmos beber na quarta.

    Porém, com muito trabalho, ela atrasou quase uma hora. Cheguei no bar, avistei uma rapaz de óculos que parecia com a foto que eu já tinha visto. Me aproximei e pronto. Ele me reconheceu.

    Nos apresentamos, pedimos o chopp e começamos a conversar, em determinado momento, 3 chopps acabaram, minha namorada avisa que está a caminho, então decidimos abandonar o balcão e partir para a mesa. Mas não sem antes passar no banheiro.

    No banheiro de um bar na quarta-feira, as 22:00, uma das coisas que pode ser que encontremos, é a privacidade.

    No mictório ao lado do dele disparo: "Sei que vocês flertam, trocam nudes e prometem transar loucamente quando se encontrarem". Assustado, ele olhou para mim, eu disse, fique tranquilo, no nosso relacionamento isso é possível.

    - "Vocês têm um relacionamento aberto?"

    Respondo: - "Aberto não, não contamos ao outro o que fazemos, mas as vezes fazemos juntos, e cada um tem a liberdade de fazer o que quer, seguindo alguns combinados prévios".

    Sem graça, ele se desculpa pelas conversas com minha namorada. Digo que não precisava se desculpar, quando ele fecha o zíper, o seguro pelo braço, com a outra mão, guardo meu pau, olho no fundo daqueles olhos assustados e digo: Se você quiser, posso até participar. Em um reflexo natural, ele olha para a minha boca, fica hipnotizado, sem ação. Roubo um beijo dele. Ele deixa a boca parada, está em choque. Mas não recua, não tira a língua, quando a minha encontra a dele e até arrisca uma mão na cintura.

    O puxo para uma cabine do banheiro, o faço me chupar, ele chupa, mas com aquela apreensão da primeira vez. Aos poucos a timidez vai passando, o tesão aumenta. Ele solta a cintura da minha calça que ele segurava apreensivo, coloca uma mão em seu próprio pau, com a outra mão ele começa a massagear minha bunda, com o braço passando entre as minhas pernas.

    Meu telefone começa a tocar, minha namorada já está no bar. Saio da cabine o carregando, como se estivesse embriagado, para disfarçar, havia 2 homens no banheiro.

    O olho vermelho e lacrimejante, ajudou no disfarce (sim, adoro ver, como um pau na garganta, é capaz de "emocionar" kkkk)

    Chegando na mesa, a desculpa para os olhos vermelhos, foi um engasgo (até aí, nenhuma mentira), com uma coxinha (aí sim, uma mentira. Estava mais para um croquete de carne humana.

    O convidamos para vir ao nosso ap, beber, f1 e fica numa boa. Ele nem tentou flertar com minha namorada. Quando ela entrou no banho, perguntei, quer mais?

    Sem graça, ele quase não consegue falar. Vou no ouvido dele e pergunto de novo, mole ele encosta o rosto na minha barba, segura meu pau e: leva um tapa no rosto, olha assustado e ganha um selinho.

    O levanto da cadeira, o coloco contra a parede, com as mão espalmadas na parede, ele olha para trás para conferir eu tirando a calça dele. Com a boca bem molhada de saliva e gelada de cerveja, separo a bunda dele, puxando forte com as duas mãos, sei que dói, queria ouvir ele gemer. Em seguida chupo aquele cuzinho, cada vez que ele sente a língua passar pelo centro do rabinhp dele, ele solta uma respiração ofegante. Sobre o balcão de pedra que divide a sala da cozinha, o apoiei, o obriguei a encostar o rosto na pedra gelada, respirar fundo e não fazer barulho.

    Relaxado, ele se apoiou, reclamou um pouco do frio, e depois quase subiu no balcão enquanto eu colocava meu pau.

    Enquanto ele ainda estava acostumando com a cabecinha, minha namorada desligou o chuveiro, de sacanagem empurrei aquele 0,5 cm a mais, ele segurou só com uma respiração funda.

    Nos vestimos, rápido, fiquei com uma camisinha no pau por quase uma hora. simulamos uma conversa e tudo deu certo.

    Minha namorada ainda não sabe, já ele, me adicionou no face. A palavra da vez, é compartilhar.

    Sou capaz de me apaixonar, ou pelo menos ficar extremamente excitado, apenas com a forma sensual como uma mulher fuma. Muitas das mulheres mais sexy que conheci foi enquanto elas fumavam. Experimente a sensação de ir até o fumódromo dos bares e baladas, repare na boca quando segura o cigarro, nas bochechas se contraindo enquanto tragam, os olhos semi fechados para se protegerem da fumaça, a mão que segura o cigarro próximo a cabeça dela, a graça com que solta a fumaça para o alto... É delicioso! (O mais engraçado desse fetish é que eu não fumo e nunca fumei cigarros)